Sua Conta em Corretora de Desconto Pode Custar Milhares por Ano
Tradução e organização da carta sobre “ações censuradas” e a promessa de acessar oportunidades globais ignoradas pelas corretoras tradicionais.
Headline em preto, muito grande, acusando a conta em corretora de desconto de custar milhares de dólares por ano
The Sovereign Society · Emerging Market Strategist · PDF de carta de vendas · 2011
Função: transforma um serviço visto como barato em vilão financeiro. O contraste cria curiosidade e inverte uma crença comum do investidor.
Descoberta chocante de ex-repórter do Wall Street Journal: “Sua conta em corretora de desconto pode estar custando milhares de dólares por ano.”
Milhões de investidores economizaram muito dinheiro operando online.
Mas um especialista do setor afirma que você pode ter sido intencionalmente cortado das ações mais poderosas do mercado.
Caro leitor, se você acha que Wall Street é armado contra você, está certo.
Todos os dias, Morgan Stanley, Merrill Lynch e dezenas de outros bancos “censuram” 74% das ações de melhor performance do mundo.
Corretoras de Wall Street se recusam a vender essas ações para clientes de varejo porque não ganham uma comissão alta com elas.
Ainda assim, nos últimos sete anos, essas ações “censuradas” superaram ações comuns por 300%.
Gráfico comparando “Censored Stocks” em linha vermelha contra S&P 500 em linha azul, com setas apontando a diferença de performance
The Sovereign Society · Emerging Market Strategist · PDF de carta de vendas · 2011
Função: prova visual imediata. Mostra que a tese não é apenas narrativa: existe um contraste numérico simples e fácil de entender.
Desde que começamos a falar desse nicho, nossos leitores viram dezenas de ganhos de dois e três dígitos.
274% em um aeroporto listado em bolsa. 73% em uma montadora emergente. 111% em uma empresa de petróleo e gás. 194% em uma mineradora de ouro. 279% em um fundo protegido.
Com a estratégia de Jeff, você finalmente pode acessar algumas das ações mais lucrativas do mundo.
A peça então revela a ideia: ações “censuradas” são investimentos individuais fora dos mercados dominados por Wall Street.
Elas não são negociadas da forma usual na NYSE ou Nasdaq, mas podem representar empresas conhecidas, acessadas por tickers alternativos em mercados globais.
O exemplo principal é Colgate-Palmolive.
A ação comum da Colgate que o investidor americano compra pela corretora tradicional subiu 44,8% desde 2005.
Mas, usando a estratégia de Jeff e comprando a versão “censurada”, o ganho teria sido 973%.
Ou seja: vinte e uma vezes mais lucro na mesma tese.
A carta repete o mecanismo com Coca-Cola e Kimberly-Clark, mostrando que duas formas de acessar empresas semelhantes podem gerar resultados dramaticamente diferentes.
Sequência de gráficos e comparações entre ações comuns conhecidas e suas versões “censuradas”
The Sovereign Society · Emerging Market Strategist · PDF de carta de vendas · 2011
Função: multiplica a prova. Depois de um gráfico inicial, os exemplos repetidos reduzem a chance de o leitor tratar o caso como exceção.
O vilão é claro: corretoras não têm incentivo para mostrar esses papéis, porque as comissões não são tão gordas.
O herói é Jeff Opdyke, apresentado como especialista capaz de encontrar e ensinar o leitor a comprar essas oportunidades globais.
A oferta é uma assinatura do Emerging Market Strategist.
Ao entrar, o leitor recebe acesso às três próximas oportunidades de Jeff, além de um relatório especial chamado “How to Make a Fortune With Censored Stocks”.
A promessa mais agressiva diz que certas recomendações poderiam transformar US$2.000 em US$1,3 milhão.
A ancoragem de preço vem com desconto: a assinatura por US$2.495, metade do preço normal, economizando US$2.505.
A garantia de 60 dias reduz o risco, com reembolso se o serviço não for adequado.
A carta fecha com passos claros: assine, acesse o relatório, veja o portfólio aberto, financie sua conta com o valor que desejar e compre ou simule as recomendações até ganhar confiança.
O CTA final reforça que o convite é por tempo limitado e pode terminar em poucos dias.
Assinado: Larry Fein, Head Researcher, The Sovereign Society, janeiro de 2011.